sexta-feira, 21 de junho de 2013
O MOVIMENTO
Não é
preciso usar máscaras, estamos lutando em nome de nossa liberdade,
vamos pras ruas de cara limpa, com nossa força e dignidade, com orgulho
de ser brasileiro, mostrando a cara como cidadãos cumpridores de nossas
obrigações, exigindo nossos direitos.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
FRASE DO DIA
Para o movimento se manter legítimo e puro, deve abster_se de qualquer participação de políticos.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
FRASE DO DIA
O
NÃO AGRADECER A QUEM NOS FAZ O BEM DEMONSTRA O
QUANTO
AINDA TEMOS QUE SOFRER PARA NOS TORNARMOS HUMANOS.
domingo, 28 de abril de 2013
CHURRASCO DE SÁBADO
Ontem, recebi meu filho e minha nora para
jantar, coisa corriqueira depois que ele casou e saiu de casa para construir
uma nova família, dando continuidade a esse eterno movimento que é a vida.
Ontem pela primeira vez em um insight maravilhoso,
deleguei a missão que sempre foi minha, que é a de fazer o churrasco, para meu
filho Andrei. Eu não tinha motivos para ficar apenas tomando cerveja e
conversando, mas mesmo assim foi exatamente o que eu fiz, e nesse momento
mágico entre a preparação do churrasco e o jantar (que ficou ótimo) feito por
ele e a sua esposa que senti que meu filho cresceu, deixou de ser um guri e
hoje é um homem feliz.
Coisa boa isso!
segunda-feira, 22 de abril de 2013
O VALOR DA
TOLERÂNCIA
Quando eu ainda era
um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da
manhã, na hora do jantar.
E eu me lembro
especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de
trabalho muito duro.
Naquela noite,
minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte
ao meu pai.
Eu me lembro de ter
esperado um pouco, para ver se alguém notava o
fato.
Tudo o que meu pai
fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha
sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do
que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com
manteiga e geleia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a
mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a
torrada.
E eu nunca
esquecerei o que ele disse: "Adorei a torrada
queimada..."
Mais tarde, naquela
noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele
tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em
seus braços e me disse:
-"Amiguinho, sua
mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além
disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de
imperfeições e as pessoas não são perfeitas.
E eu também não sou
o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que
tente todos os dias!
O que tenho
aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo
relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para
criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Desde que eu e sua
mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir as falhas do
outro.
Eu sei cozinhar
muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio
brilhando.
Ela não sabe usar a
furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão
limpo.
Eu não sei fazer
uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como
eu.
Eu nunca soube
fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem
reclamar.
A soma de nós dois
monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos
completamos.
Nossa família deve
aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois
presentes."
De fato, poderíamos
estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher,
pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.
Então filho, se
esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso
tempo da vida, a você e ao próximo.
"Dê a quem você ama
Asas para voar, raízes para voltar e motivos para
ficar."
sexta-feira, 19 de abril de 2013
PRA RIR UM POUCO
" O sujeito vai ao médico e diz:
- Doutor, eu quero viver cem anos!
O médico faz uma série de perguntas e o paciente
vai respondendo:
- O senhor bebe?
- Não, doutor.
- O senhor fuma ou usa drogas?
- Não, doutor.
- O senhor faz noitadas, vai a muitas festas, sai
com muitas mulheres?
- Também não, doutor
O médico suspira e faz mais uma pergunta:
- Então, por que afinal o senhor quer viver cem anos?
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