sábado, 5 de junho de 2010

MINHA CHORADA

Meu amigo Ruy, quando soube do regabofe aqui a duas quadras do meu rancho fiquei no mínimo ferido com faca sega e de má qualidade, pelo menos vocês deveriam ter passado aqui em casa para consumir umas bergamotas de sobremesa, uma vez que me deixaram de fora do futebol e do churrasco de ovelha.
Vou ter de esperar pelo próximo encontro!!!
Abraço!!!

A MIJADA DO DR. RUY

Bem feito pra ti que agora só anda de lero com os blogs sem fundamento e abandonaste este teu amigo que sempre te acessa, heheheh
Agora em seguida, para daqui a umas semanas, vou fazer outro festerê, à tardinha, com música e tudo e aí te convido, inclusive pro futi.
Abraço machado!!!

FRASES DO DIA

"E preciso muita coragem para enfrentar seus inimigos.
Mas é preciso ainda mais coragem para enfrentar seus amigos".


"Nós somos a soma das nossas decisões".

sexta-feira, 4 de junho de 2010

PARA RIR UM POUCO

Um médico saiu a caminhar e viu uma velhinha sentada no banco
de uma praça fumando um cigarrinho.
Aproximou-se e perguntou:
- “Nota-se que está bem, qual é seu segredo”?
Ela então respondeu:
- “Sou vendedora , durmo às 4 da manhã revisando planilhas , me levanto às 6”.
Nos fins de semana não pratico esportes, não me divirto. Trabalho fazendo apresentações ,
controlando estimativa, operações de loja, crédito e faturamento a clientes etc.
Todo final de semana, sábados, domingos e feriados também.
Não tomo café da manhã, não almoço e nem janto porque não dá tempo."

O doutor então exclamou:
- “Mas isso é extraordinário”. A senhora tem quantos anos?
- 37, respondeu-lhe a velhinha...
- !!!!!!!!.......????????

SEXTA FEIRA NA TERRA DOS POETAS

Hoje percorrendo os blogues que costumo ler diariamente, fiquei feliz com a notícia do nascimento da NINA (parabéns Julio e Lizi). Veio ao mundo com saúde trazendo alegria a seus pais e familiares e espero que um pouco de paz ao coração do meu amigo Julio tão ávido de revolução.

Tenho o amigo Julio em alta consideração, tanto pela sua luta Hercúlea em trazer as claras o sub-mundo da sociedade santiaguense, tanto pela sua visão políca global, enriquecida através de muito estudo e pesquisas.

Mas tambem vejo nos escritos do meu amigo Julio muita inquietação e insegurança até mesmo com sua idoneidade física.

Com a chegada de sua filha, tenho certeza que aos poucos no cotidiano da nobre missão, que é ser pai 24 horas por dia, a doçura da presença da NINA vai aplacar esse vulcão que assola o coração do meu amigo Julio Prates.
PARABÉNS E UM ABRAÇO MEU AMIGO!!!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

FRASE DO DIA

"A grandeza não consite em receber honras,mas em merecê-las".
ARISTÓTELES- 360 A.C.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

DIÁLOGO DE BERÇO

- E aí, véio?
- Beleza, cara?

- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.

- Quer conversar sobre isso?

- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?

- Como assim?

- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar.
Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?

- Nunca.

- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça?
E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente?
Será que eu sou adotado, cara?

- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?

- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?

- Como assim, véio?

- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!

- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.

- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.

- Tipo o quê?

- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato.
Assim , do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!

- Caramba! Mas por que ela fez isso?

- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.

- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.

- E sabe a Francisca ali da esquina?

- A Dona Chica? Sei sim.

- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.

- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.

- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta.
Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.

- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.

- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.

- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.

- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.

- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?

- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.